HISTÓRIAS COM ANIMAIS, ANIMAIS DENTRO DAS HISTÓRIAS

No 1º período, os alunos do 5º C ano leram e analisaram algumas fábulas. Depois, foi a vez de serem eles a construir pequenas histórias com animais e, como sempre, estes pequenos escritores puxaram da sua imaginação e o resultado aqui está:

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A LIÇÃO DO CAVALO

Era uma vez um cavalo que era muito convencido e andava sempre a pregar partidas.
Então, um dia , o senhor porco teve de mandar reunir o conselho de quinta.
- Vamos começar a reunião- disse o pato.
- Temos que acabar com as partidas do cavalo - disse o Sr. Porco.
- Vamos então chamar o maior pregador de partidas de todo o mundo, o galo brincalhão - disse a galinha.
- Então assim seja - disse o Sr. Porco.
E lá foram eles bater à porta do galinheiro ao lado.
- Sim, quem é? – perguntou o galo muito refinadamente.
- Sou eu, o Sr. Porco.
- O que queres de mim?
- Queria-te pedir para nos ajudares. O cavalo não pára de nos pregar partidas - disse o Sr. Porco.
- Então, vamos lá! - disse o galo.
Mal o galo acabou de dizer isto, num abrir e fechar de olhos ele montou uma data de armadilhas.
No dia seguinte, o Porco nem queria acreditar ... O cavalo estava todo ensopado, cheio de penas e de tartes ...
Parece que as armadilhas do galo tinham resultado.
E a partir daí, o cavalo nunca mais voltou a pregar partidas e aprendeu uma lição :"Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti".

Gonçalo Felizardo, nº 10 - 5º C



Uma aventura de Mimi na cidade imagem: 356 x 269 - 23k - sweet.ua.pt/~a31785/Gatos.1.jpg


Era uma vez uma gatinha chamada Mimi. Ela vivia numa cidade, chamada Caldas da Rainha, na Rua António Pereira, nº 44, 3º frente, 2500-127. Vivia mesmo no centro da cidade.
Um dia, Mimi caiu da janela (escorregou), mas não se aleijou. Tentou subir, mas não conseguiu. Então decidiu ir ver a cidade onde morava. Andou, andou, e quando reparou, estava numa grande praça, onde vendiam fruta, queijo, frutos secos, galinhas, coelhos, artesanato e flores. Mas o que havia mais ali naquela praça era a confusão de pessoas.
Mimi sentiu-se atrapalhada, por isso correu, correu, até que chegou ao C.C.C. (Centro Cultural e de Congressos), que ela já conhecia de vista.
Muito curiosa, subiu as escadas, mas quando chegou ao último degrau, sentiu-se tão cansada que desmaiou! Uma funcionária do C.C.C. pegou na gata, levou-a para o café do C.C.C. e pediu comida de gato.
Quando acordou, a gata viu comida para ela, comeu tudo, agradeceu à funcionária e foi-se embora para casa.

Matilde Maria Sobreiro Santos, nº23 -5ºC


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O Elefante e a Formiga

Era uma vez um Senhor elefante que andava a passear, para ver se desentupia as suas narinas enormes, quando a formiga Ana veio ao seu encontro.
- Bom dia, Senhor elefante, como tem passado?
- Bem!!! Mais ou menos!
- Passa-se algo que me queira contar?
- Pois, eu até lhe queria contar uma coisinha!
- Desembuche!
- Eu ando… ACTHIM, constipado e todos os animais quando o sabem fogem de mim! ACTHIM!
A formiga Ana, ao segundo espirro, saltou e de seguida saltitou. Depois de recuperar exclamou:
- Senhor elefante!
- Não diga mais nada. Eu sei que se vai embora e ainda que me vai evitar até eu recuperar - lamentou-se o elefante
- Nada disso! Está profundamente enganado, eu vou ajudá-lo a melhorar!

E assim o fez.
Por vezes, pedir ajuda é bom!

Mª Margarida Graça 5ºC

imagem:fotos.sapo.pt/topazio1950/pic/00032ge0


SÓ TEMOS DE PENSAR


Era uma vez uma joaninha. Uma joaninha muito bonita e também muito amiga das plantas, apesar de não conhecer ninguém.
Certo dia, ela estava a voar de planta em planta, até que caiu.
- Au ! Isso dói! E agora como sai daqui?
- Não sei, também caí aqui, não sei como vou sair.
- Pois! Espera aí! Quem és tu?
- Desculpa não me ter apresentado antes. Eu sou a libelinha Libélula. E tu?
- Eu sou a joaninha pequenina. Na verdade, na «Terra Velha» só há uma.
- Pois, mas vamos é tentar sair daqui!
- Sim, é melhor!
Depois de muito esforço, as duas pararam e disseram em coro:
- Chega, não consigo mais!
Mas a linda cabecinha da joaninha pensou muito e ela disse:
- Mas nós temos asas! Nós voamos! Conseguimos sair daqui, sem qualquer esforço!
- Pois é, tu és esperta!
Conclusão
Nós sabemos e conseguimos tudo, só temos de pensar.

Inês Clemente, nº 11 - 5º

imagem:student.dei.uc.pt/~pmbnarra/imagens/golfinho.
UMA CORRIDA DESASTROSA

Era uma vez um golfinho, que vivia nas profundezas do Oceano Atlântico.
Um dia, quando estava a mergulhar, encontrou a baleia que lhe disse:
- Olá amigo golfinho, queres vir participar numa corrida comigo e com a raia?
- Não sei, a raia é muito rápida, e olha que ela quando ganha alguma coisa, começa logo a gozar connosco - disse o Golfinho indeciso.
- Não te preocupes, que eu acho que desta vez ela não vai ganhar!!!
A baleia, com estas palavras, conseguiu convencer o golfinho a participar na corrida.
Passaram duas semanas, em que o golfinho não parou de nadar, para dar o seu melhor na corrida.
Chegou finalmente o grande dia. A raia toda empertigada, disse:
- Vou ganhar-vos num instante, não perdem pela demora!!!
Mal a corrida começou, a raia sentiu-se cansada. Não se tinha lembrado que era asmática, e não podia fazer muitos esforços, pois podia não aguentar. De tão cansada que estava, acabou por desmaiar na corrida.
De seguida, o golfinho e a baleia, aperceberam-se do problema da raia e foram ter com ela.
Dali a algum tempo, a raia acordou um pouco atordoada e disse:
- Ganhei! Ganhei!
- Não, raia, não ganhaste, esqueceste-te que eras asmática.
A raia estava “piursa”, e não se sentia nada bem, quase, quase a morrer.
E dali a ali a algum tempo, tinha morrido com falta
de oxigénio.

Moral da história: QUEM TUDO QUER TUDO PERDE!!!

Mariana Bento, nº 20 – 5º C



imagem:www.conectecom.net/sil/blog/sps/post/aguia.jpg



AS ÁGUIAS

Era uma vez uma águia que vivia numa torre, ao pé de castelo. Esse castelo era muito grande! Por isso a águia vivia muito bem escondida porque ela não gostava de companhias.
Num esplêndido dia, a águia estava a dar uma volta, até que encontrou um pequeno grupo de águias mafiosas. Estavam a planear um ataque à aldeia dos passarinhos, só para se rirem deles. Então a águia da torre pediu para se juntar a esse grupo, porque ela estava farta desses pequenitos.
O ataque tinha começado e os passarinhos diziam:
- Ah!!! Nós vamos morrer!
Até que o chefe dos passarinhos apareceu e disse:
- A união faz a força! Vamos dar luta!
Então, as águias, que pensavam ser fortes, acabaram por cair na união e, sem sorte, foram derrotadas e levaram uma lição.

Francisco Luís, nº 8 – 5º C


O pequeno Coelho e sua mãe
imagem: bp2.blogger.com/.../I6Gk7UwfddE/s320/coelho.jpg
Era uma vez um pequeno Coelho que achava que os seus pais eram muito chatos.
Por um lado, não eram nada chatos porque faziam o que ele queria, por outro, odiava que lhe dessem grandes ralhetes.
– Quero comer, mãe, vai-me buscar alface, já!
A mãe do pequeno Coelho já estava a ficar farta de ter de fazer tudo o que o pequeno Coelho queria, e disse-lhe:
– Se queres alface, vai ao quintal, e apanha uma para comeres que eu arranjo--ta…
– Mas, mas…- disse o pequeno Coelho assustado, porque a mãe nunca lhe tinha falado assim e ia sempre apanhar a alface.
– Mas…nada! Se tivesses de ir à mercearia do tio Coelho era uma coisa, agora se é para ir buscar ao quintal, podes ir lá tu apanhá-la - ralhou a mãe.
– Está bem – respondeu o pequeno Coelho.
Mas a história não termina assim, pois agora, o pequeno Coelho já se oferece para ir à mercearia do tio Coelho.
E assim, o pequeno Coelho aprendeu que os seus pais não eram seus criados.

Ana Carolina Ferreira Campos

8 comentários:

Francisco Sequeira disse...

Gostei muito dos textos dos colegas da minha turma, principalmente do texto do Francisco Luis.

Lígia disse...

Olá Francisco! Afinal conseguiste entrar no blogue! Óptimo!Já podes ensinar outros colegas... Espero que apareças mais vezes e dês a tua opinião. Obrigada e bom fim-de-semana.
Beijinhos
Lígia

Lígia disse...

Olá Francisco! Afinal conseguiste entrar no blogue! Óptimo!Já podes ensinar outros colegas... Espero que apareças mais vezes e dês a tua opinião. Obrigada e bom fim-de-semana.
Beijinhos
Lígia

Anónimo disse...

Gostei muito de ler os textos que fizemos na aula de L.P. no Jardim das Letras.
Margarida Graça.

jardimdasletras disse...

Olá, Margarida!
Eu também gostei de os ler e quero ver mais textos vossos aqui e no Jornal da Escola.
Beijinhos,
Lígia

Francisca disse...

É engraçado quando escrevemos textos, porque estamos sempre a voar nas asas da fantasia.
Professora mando-lhe um beijinho.
E já consegui entrar no seu blogue.
Bom fim-de-semana e até segunda.

Lígia disse...

Pois é, Francisca. Cada texto que lemos, cada livro que abrimos, é um convite para entrarmos num mundo imenso de fantasia e imaginação e um apelo constante à nossa própria craitividade. Depois...é só dar-lhe asas, quando temos uma folha e uma caneta na mão...
Um beijinho e bom fim-de-semana para ti também.
Lígia

Margarida Paula disse...

olá professora!!!

gostei muito de ler os textos feitos pelos meus colegas estão muito s giros.

um beijinho
e bom fim-de-semana
Margarida paula