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Concurso «Uma Aventura... Literária2008»

A aventura da erva mágica

Há muitos, muitos anos, o meu bisavô José, mais conhecido por Tóni, teve uma aventura que ao mesmo tempo era uma missão. Sabem qual foi?
Vou-vos contar:
- A minha bisavó estava doente e então o meu bisavô teve de ir procurar a erva mágica para salvá-la.

Passados quarenta e dois anos…

O meu pai já tinha morrido, e eu só tinha a minha mãe que estava muito doente. Na segunda-feira ela tinha ido ao médico de família, que lhe recomendou a erva mágica que curava tudo e todos e era o que ia curar a doença da minha mãe.
A minha mãe, depois de ter ido ao médico, foi para casa mas estava com uma cara muito... não sei explicar… Eu perguntei-lhe o que o médico lhe tinha dito:
- Mãe o que se passa ??? Porque estás assim???
A mãe, muito triste, disse-me:
- Dani, eu estou doente e só existe uma cura para esta doença, chama-se erva mágica. A tua bisavó também esteve doente com a mesma doença.
Eu fiquei um bocadinho triste por saber que a minha mãe estava doente, mas por outro lado sabia que iria encontrar essa tal erva de que ela há pouco tinha falado.
Na manhã seguinte, antes da minha mãe acordar, fui pesquisar em livros antigos e na Internet. Pesquisei, pesquisei, pesquisei, pesquisei, pesquisei, até que encontrei onde se localizava a erva mágica. Ela localizava-se no Monte Elvis, que se situava para o Norte.
Arrumei as minhas roupas e também outras coisas que iria utilizar na viagem, fui até a paragem de autocarros e lá me pus eu a caminho do Monte Elvis.
Passado algum tempo, já tinha chegado. Eu pensava que iria ser fácil chegar ao topo do Monte, apanhar a erva, descer o monte e entregá-la à minha mãe.
Meti a mala às costas e lá fui eu a caminho ao topo do Monte Elvis. Comecei a andar, a andar, e o céu ia escurecendo, escurecendo, até que decidi descansar.
Na manhã seguinte, acordei e, antes de me pôr a caminho, fui comer uma das minhas sandes preferidas, a sandes de atum.

No caminho, encontrei um frasco pequeno que iria servir para guardar a erva mágica.
Caminhei mais e mais e mais e mais... Já não estava tão longe do monte, mas ainda faltava. Já estava farto de só caminhar, de só andar, de só caminhar, de só andar... mas tinha de ser, se queria ajudar a minha mãe a curar-se!- pensava eu farto de caminhar.
Caminhei mais de três dias seguidos e só parava para comer e dormir. Já estava farto!!!
Já sem dar por nada, reparei que tinha chegado a um campo cheio de ervas vermelhas escuras. Comecei a observá-las e... eram iguais às flores que vinham no livro. Peguei em algumas delas, coloquei-as no frasco e lá comecei eu a descer o Monte Elvis.
Descer o Monte demorou cerca de quatro dias, mas eu só queria voltar para casa, para entregar a erva mágica à minha mãe e dar-lhe um enorme abraço.
Ao chegar a casa, fiz o tempero como o médico tinha dito à minha mãe, ela bebeu e não aconteceu nada!!! Mas como sabemos as doenças levam tempo a curar…

Texto realizado por Madalena Ferreira, nº15- 6ºB
Escola Básica dos 2º e 3º ciclos D. João II – Caldas da Rainha

3 comentários:

Anónimo disse...

olá!!!
acho que este texto está muito giro!!!
parabéns!!!


adeus,
beatriz da branca

Anónimo disse...

olá!!!
acho que este texto está muito giro!!!
parabéns!!!


adeus,
beatriz da branca

Jessica Cordeiro disse...

Olá Madalena!
O teu texto é muito giro!
PARABÉNS!!:)

Jessica Cordeiro